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Archive for janeiro 2010

Sorteio de inscrições para o FÓRUM DEMOCRACIA E LIBERDADE DE EXPRESSÃO no Twitter

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Divulgando promoção do imil.org.br :

21/01/2010

Sorteio de inscrições para o FÓRUM DEMOCRACIA E LIBERDADE DE EXPRESSÃO no Twitter

Instituto Millenium

O Instituto Millenium está sorteando no TWITTER inscrições “CORTESIA” para o Fórum Democracia e Liberdade de Expressão em São Paulo.

Para participar você deve:

a) Seguir o Instituto Millenium no Twitter ( @instmillenium )
b) RT (retuitar) a mensagem:

Quero ir ao Fórum Democracia e Liberdade de Expressão http://migre.me/hrm9

ATENÇÃO: O sorteio é aberto a followers de todo o Brasil e inclui apenas a inscrição para o evento. Passagens, transporte e hospedagens não estão inclusos.

Toda semana serão sorteadas duas inscrições.

O sorteio é automatizado e será realizado através do serviço Sorteie.me

Quanto mais mensagens você enviar com o link ” http://migre.me/hrm9 ” mais chances você tem de ganhar!

(Promoção válida até o dia 23/02/2010)

Fonte: http://www.imil.org.br/blog/sorteio-de-inscricoes-para-o-forum-democracia-e-liberdade-de-expressao-no-twitter 

http://twitter.com/instmillenium

‘Conferência Nacional de Cultura’: Mais uma tentativa de controle da sociedade

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Revista Veja – Edição 2149 / 27 de janeiro de 2010

Cultura: Mais uma tentativa de controle da sociedade 

Brasil

A obsessão totalitária

Censurar a imprensa e impedir o fluxo de ideias no Brasil é a única bandeira genuinamente comunista que sobrou aos petistas

 

Fábio Portela
 

Um observador ingênuo pode não entender a obsessão de petistas, manifestada desde o momento zero do governo Lula, de abolir a liberdade de expressão no Brasil. Afinal, em sete anos de administração do país, alguns fizeram enormes avanços pessoais e coletivos. Aumentaram o patrimônio, passaram a beber bons vinhos e a vestir-se com apuro. A política econômica é modelo até para os países avançados e as conquistas sociais fazem inveja a reformadores de todos os matizes ideológicos. Destoam desse rol de avanços a diplomacia megalonanica e a inconformidade com o livre trânsito de ideias no país. O próximo ataque organizado à liberdade de expressão se dará em março, com a Segunda Conferência Nacional de Cultura (CNC). Apesar do nome pomposo, ninguém irá lá para discutir cultura. Os petistas vão, mais uma vez, tentar encontrar uma forma de ameaçar a liberdade de imprensa e obrigar revistas, jornais, sites e emissoras de rádio e TV a apenas veicular notícias, filmes e documentários domesticados, chancelados pelos soviets (conselhos) petistas e reverentes à ideologia de esquerda.

O evento é a continuação por outros meios da batalha pela implantação da censura à imprensa no Brasil. Isso começou em agosto de 2004, com a iniciativa, abortada, de criar um Conselho Federal de Jornalismo (CFJ). Nos últimos meses foram feitas mais duas tentativas. Uma delas na Conferência Nacional de Comunicação (Confecom). A outra com o PNDH-3, o Programa Nacional de Direitos Humanos. O que o CFJ, a CNC e o PNDH-3 têm em comum? Todos embutem a criação de um tribunal para censurar, julgar e punir jornalistas e órgãos de comunicação que desobedeçam às normas governamentais. É um figurino de atraso.

Por que essa obsessão não se dissipa? Primeiro, porque ela é a única bandeira que sobrou às esquerdas cujas raízes podem ser traçadas ao seu berço comunista no século XIX. A censura à imprensa é uma relíquia esquerdista, um bicho da era stalinista guardado em cápsula de âmbar e cujo DNA os militantes sonham ainda retirar e com ele repovoar seu parque jurássico. Todas as outras bandeiras foram perdidas. A do humanismo foi dinamitada pela revelação, em 1956, dos crimes contra a humanidade perpetrados por Stalin. A da eficiência econômica e a da justiça social ruíram com a queda do Muro de Berlim, em 1989. Sobrou a bandeira da supressão da voz dos que discordam deles. Mesmo isso não pode ser feito com a dureza promulgada por Lenin (“Nosso governo não aceitaria uma oposição de armas letais. Mas ideias são mais letais que armas.”).

O maior ideólogo da censura à imprensa, cujo nome sai com a facilidade dos perdigotos da boca dos esquerdistas brasileiros, é o italiano Antonio Gramsci (1891-1937). Como a revolução pelas armas se tornou inviável, Gramsci sugeriu a via do lento envenenamento ideológico da cultura, do idioma e do pensamento de um país. É o que tentam fazer os conselhos, conferências e planos patrocinados pelo PT. É neles que se dá a alquimia gramsciana. Ela começa pela linguagem. A implantação da ditadura com o fechamento do Congresso é vendida como “democracia direta”; a censura aparece aveludada como “controle da qualidade jornalística”; a abolição da propriedade privada dilui-se na expressão “novos anteparos jurídicos para mediar os conflitos de terra”. Tudo lindo, pacífico, civilizado e modernizador. Na aparência. No fundo, é o atalho para a servidão. Thomas Jefferson neles, portanto: “…entre um governo sem imprensa e uma imprensa sem governo, fico com a segunda opção”.

Fotos Bettmann/Corbis/Latinstock
 

Um tema, duas visões 

No século XVIII, o futuro presidente americano Thomas Jefferson já enxergava a liberdade de imprensa como um dos pilares da democracia. No século XX, o bolchevique Lenin inaugurou a doutrina esquerdista que vê no jornalismo independente uma ameaça a ser combatida

 

“Se eu tivesse de decidir entre ter um governo sem jornais e ter jornais sem um governo, eu não hesitaria nem por um momento antes de escolher a segunda opção.”

Thomas Jefferson, em 1787

“Dar à burguesia a arma da liberdade de imprensa é facilitar e ajudar a causa do inimigo. Nós não desejamos um fim suicida, então não a daremos.”Vladimir Lenin, em 1912  

 

 Fonte: http://veja.abril.com.br/270110/obsessao-totalitaria-p-064.shtml

PNDH-3: O golpe, de novo

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A Notícia – 24 de janeiro de 2010. | N° 654

O golpe, de novo

por Apolinário Ternes*

Desde a divulgação da “Carta aos brasileiros”, em meados de 2002, ficou estabelecido o princípio basilar de o PT sepultar a ética e a coerência sempre que estiver em disputa o poder. Agora, com o Programa Nacional de Direitos Humanos, o governo tenta, mais uma vez, anular a Constituição e estabelecer a tutela da Nação. Um governo que abriga ex-terroristas, muitos em cargos importantes, não poderia encerrar dois mandatos sem ao menos tentar colocar em prática as teorias e ações ditatoriais que defende. Os ex-guerrilheiros do governo não hesitaram em adotar o terrorismo para derrubar a ditadura de 1964 e colocar a ditadura deles no lugar daquela. Não conseguiram nas décadas de 1960 e 1970 pelas armas, tentam agora extinguir o Estado de direito pelo golpe da caneta.

O Plano Nacional de Direitos Humanos, documento extenso de 80 páginas, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou sem ler e que decidiu abrandar com pequenas revisões, tem a quase unanimidade de protestos das instituições democráticas da Nação. Militares, religiosos, entidades de representação de classe da mídia, dos advogados e até mesmo dos agricultores, rebelam-se diante da tentativa de invalidar a Constituição e colocar a ordem e o direito sob o manto do autoritarismo.

O PNDH é um atentado à democracia e abjeta tentativa de tornar o Brasil uma republiqueta de banana, com fanáticos tentando avançar nas mais elementares regras de convivência democrática. Da retirada de identificação de praças e edificações públicas de nomes ligados ao regime militar, passando pela anulação da Lei de Anistia, o Programa de Direitos Humanos interfere em quase tudo, desde a propriedade privada à proibição de símbolos religiosos em locais públicos e até na questão do aborto. Como disse dom Lara Resende, secretário-geral da CNBB, “daqui a pouco vamos ter que demolir a estátua do Cristo”, aquela do Rio de Janeiro. Em tempo, os veículos de comunicação de massa, igualmente, serão submetidos a “comitês de acompanhamento”, com a imprensa só podendo publicar a versão jornalística que interesse ao Palácio do Planalto. Tudo, portanto, que não contribua para a edificação do mito de Lula fica proibido, em nome dos “direitos humanos”, versão dos ex-terroristas, cuja ambição continua a transformar o Brasil num país comunista, mesmo que o comunismo tenha acabado em 1989.

A nova tentativa vai dar em nada, pois deve morrer no Congresso. Assusta, porém, constatar que há gente interessada. E não desistem do golpe e da ditadura, apesar das derrotas sucessivas dos últimos anos. Felizmente, apesar das mazelas e do altíssimo índice de corrupção da vida pública, a democracia se mantém – por quanto tempo? – e a Nação resiste às alopradas tentativas de se revogar a Constituição.

A revista “Veja” diz que o Programa Nacional de Direitos Humanos é “coisa de maluco”. Mesmo assim, é preciso lembrar que Hugo Chávez, Evo Morales e outros presidentes menos votados também, no começo, foram classificados de “malucos”. E, no entanto, conseguiram arruinar suas nações.

Aqui, mesmo com o presidente Lula assinando o que não lê, são lançados “pacotes” malucos que tentam censurar e dirigir a imprensa, controlar a cultura, desfigurar a propriedade privada e estabelecer “comitês de controle popular”.

De qualquer forma, foi de trapalhada em trapalhada que o PT se cobriu de vergonha em todo o País. Em ano de eleição, é bom saber que eles não desistem e tentam aplicar ideias do século 19, rejeitadas em todo o planeta. Pode ajudar o eleitor a perceber que “coisa de maluco” é votar em gente assim. Os aloprados de Lula, de fato, são invencíveis na obtusidade, na arrogância e no radicalismo.

aternes@terra.com.br 

*Historiador e jornalista

Fonte: A Notícia, SC
http://www.clicrbs.com.br/anoticia/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a2786982.xml&template=4187.dwt&edition=13974&section=882

PNDH-3: Um golpe em andamento

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Revista Veja, edição 2147, 13 de janeiro de 2010.

Direitos humanos: Um golpe em andamento 

Brasil

Coisa de maluco

Ai, ai… Um decreto do governo defende a censura à imprensa e ataca o direito de propriedade. Pelo jeito, eles não desistem

Rodrigo Paiva/ Folha Imagem
DESUMANO
O secretário Paulo Vannuchi, ex-militante de
organização terrorista e artífice do decreto:
se não foi com revólver, vai com caneta

 

Era pior do que parecia – e a aparência já não era nada boa. Em dezembro, o Decreto dos Direitos Humanos, gestado pelo secretário especial de Direitos Humanos, o ex-terrorista de esquerda Paulo Vannuchi, provocou uma crise nas Forças Armadas ao propor a revisão da Lei da Anistia e a punição dos militares que cometeram crime de tortura durante o regime ditatorial. O surto de revanchismo constrangeu até o presidente Lula – obrigado a dizer que havia assinado o documento sem lê-lo. A afirmação do presidente fica tanto mais surpreendente agora, quando se revela a amazônica extensão do decreto cuja parte mais relevante ainda deve ser votada no Congresso. É praticamente uma revogação da Constituição Federal na garantia dos direitos democráticos mais básicos. Ao longo de 73 páginas eivadas de vociferações ideológicas e ataques ao “neoliberalismo” e ao agronegócio, o documento volta a propor o controle da imprensa, a prática de referendos e outras práticas de “democracia direta”, e a criação de leis que protegem invasores de terra em detrimento de suas vítimas. Nos três casos, fica claro que a preocupação com os “direitos humanos” figura no documento muito menos como propósito do que como pretexto para tentar fazer descer goela abaixo da sociedade propostas que o governo já tentou impingir-lhe de outras formas, sem sucesso.

Além de propor punições, que vão de multa à cassação de outorgas, a veículos de comunicação que publiquem informações consideradas contrárias aos direitos humanos, o decreto prevê um “acompanhamento editorial” das publicações de modo a elaborar um ranking de veículos que mais respeitam ou violam os ditos direitos (da forma como eles são compreendidos pelo governo, evidentemente). Em relação à questão agrária, as medidas que o Executivo pretende aprovar no Congresso não são menos estarrecedoras: o governo quer a “priorização” de “audiências públicas” entre fazendeiros e sem-terra antes que a Justiça conceda liminares no caso de invasões. Se houver mandado de reintegração de posse, o decreto sugere, candidamente, que o cumprimento da ordem seja “regulamentado”. Como liminares constituem, por definição, medidas urgentes que se destinam a evitar prejuízos e ordem judicial é para ser cumprida e não regulamentada, resta evidente que o decreto visa a proteger os invasores e obstruir o acesso dos fazendeiros à Justiça.

O decreto produzido pelo ex-terrorista de esquerda Vannuchi – com a colaboração dos ministros Tarso Genro, da Justiça, e Franklin Martins, da Comunicação Social, sempre eles – não se limita, porém, a lançar ideias sobre como censurar a imprensa, extinguir o direito à propriedade e emular o sistema chavista de “consultas populares” como forma de neutralizar os poderes da República. Numa espécie de samba do petista doido, ele dispõe ainda sobre assuntos que vão do apoio às organizações de catadores de materiais recicláveis à mudança de nomes de ruas e prédios públicos – aqueles que não estiverem de acordo com o gosto dos bolcheviques que ora habitam o Planalto, claro.

Na juventude, o secretário Vannuchi tentou transformar o Brasil em uma ditadura comunista por meio da guerrilha – ele foi militante da Ação Libertadora Nacional (ALN), organização terrorista esquerdista. Agora, no crepúsculo da vida, tenta fazê-lo à base de canetadas. De uma forma e de outra, o ex-terrorista de esquerda Vannuchi entrou para a história pela porta dos fundos. Seu decreto é como achar que se pode matar inocentes em nome de uma causa política: coisa de maluco.

Fonte: http://veja.abril.com.br/130110/coisa-maluco-p-064.shtml

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