+ Liberdade de Expressão

Gayzistas buscam aumentar seu controle sobre a mídia

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Militantes gays e políticos e autoridades que lhes prestam serviço em tempo integral realizam na Câmara Federal, dia 15/12/2010, o seminário “Os Limites entre Liberdade de Expressão, Censura e Homofobia”.

O evento, que também conta com a presença de representantes dos jornalistas e dos meios de comunicação, tem o objetivo de determinar como a mídia deve tratar as questões relacionadas à homossexualidade.

Na mira da CENSURA GAY estão, além dos jornalistas e programas de TV, também os humoristas, que constantemente são acusados pelos gayzistas de propagarem “preconceito”.

 

* * *

 

Comissão da Câmara diz que irá ‘discutir’ em seminário homofobia e liberdade de expressão 

Deu no site da Câmara que a Comissão de Legislação Participativa vai promover seminário para discutir “Os Limites entre Liberdade de Expressão, Censura e Homofobia”. O evento será no dia 15 de dezembro, às 14 horas, no plenário 3. O requerimento, apresentado pelo deputado Paulo Pimenta (PT-RS), foi aprovado nesta quarta-feira.

Agora a parte interessante: A comissão vai convidar representantes da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), da Rede Globo, da TV Bandeirantes, da Rede TV, da TV Record, do Ministério Público Federal, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), do Conselho Federal de Psicologia e da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Travestis e Transexuais (ABLGT). O desembargador do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) Rui Portanova e a desembargadora aposentada do TJRS Maria Berenice Dias farão palestra sobre o tema do seminário.

Tem um cheiro estranho no ar. A parcialidade desse seminário promovido pela comissão da Câmara é vista a quilômetros de distância. Basta olhar a lista dos convidados para perceber o tom da discussão. Representantes da mídia, MPF (lembram das ideias de Deborah Duprat, enquanto Procuradora-Geral interina?), OAB, Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (aquela do PNDH 3), FENAJ, Conselho Federal de Psicologia (que mandou Rosângela Justino parar de tratar homossexuais), ABLGT (sem comentários) e, para finalizar, Maria Berenice Dias (a madrinha do movimento).

Ou seja, é mais fácil que haja um monólogo ao invés de debate. Tá tudo dominado!

Publicado: 04 December 2010
Autor: Valmir Nascimento
Categoria: Cosmovisão

Comentários

  • Como você muito bem observou, não é um “debate”, é um monólogo! Ou, talvez, um coral cantando em uníssono, ou um samba gay de uma nota só (que os mestres Tom Jobim e Newton Mendonça me perdoem a comparação)!

    Vale a pena também notar que não convidaram nenhum representante das religiões, especialmente as cristãs, que são o principal (embora não único) alvo do projeto de mordaça gay. Puro medo de enfrentar oposição real a suas pretensões totalitárias.

    Ou talvez neste seminário os gayzistas estejam se concentrando mais no adestramento e amordaçamento dos meios de comunicação “laicos”. A reportagem do site da Câmara, apesar da linguagem amaciada, mostra que os gayzistas querem amordaçar os comediantes, por exemplo. A mídia “mundana” já é bastante obediente ao movimento gay, mas ele quer mais submissão. Por isso, estão levando para o encontro, além de militantes assumidos, do governo e adjacências, também o MPF, órgão que tem se especializado em servir de “polícia do pensamento” da Gaystapo, censurando livros, sites e programas de TV, e perseguindo pessoas que contrariam a agenda gay.

    Os jornalistas, comunicadores, artistas, humoristas, etc, que tão freqüentemente bajulam o movimento gay e atacam os cristãos, que se preparem: CENSURA GAY em cima deles também. Idiota útil é pra essas coisas.

    Saudações.

 

Fonte: http://comoviveremos.com/2010/12/04/comissao-da-camara-diz-que-ira-discutir-em-seminario-sobre-homofobia-e-liberdade-de-expressao 

 

* * *

 

Matéria do site da Câmara:

02/12/2010 16:22

Comissão fará seminário sobre homofobia e liberdade de expressão

 

“]”

Pimenta: relação homoafetiva e direitos de LGBT são objeto de diversos projetos na Câmara. (foto: David Pinheiro)

 

A Comissão de Legislação Participativa vai promover seminário para discutir “Os Limites entre Liberdade de Expressão, Censura e Homofobia”. O evento será no dia 15 de dezembro, às 14 horas, no plenário 3.

O requerimento, apresentado pelo deputado Paulo Pimenta (PT-RS), foi aprovado nesta quarta-feira. A comissão vai convidar representantes da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), da Rede Globo, da TV Bandeirantes, da Rede TV, da TV Record, do Ministério Público Federal, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), do Conselho Federal de Psicologia e da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Travestis e Transexuais (ABLGT). O desembargador do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) Rui Portanova e a desembargadora aposentada do TJRS Maria Berenice Dias farão palestra sobre o tema do seminário.

Paulo Pimenta argumenta que as relações homoafetivas e a defesa dos direitos e garantias da população LGBT são objeto de diversas proposições na Câmara.

Programas humorísticos

Ele lembra que, em novembro, as comissões de Legislação Participativa e de Direitos Humanos e Minorias discutiram a garantia do respeito e a valorização das diferenças e aos direitos humanos, em dois seminários: “Escola sem Homofobia” e “Assassinatos LGBT”. “Nesses seminários, uma questão posta foi se a mídia, em especial a televisão, contribui em seus programas humorísticos para a propagação de atitudes discriminatórias por orientação sexual, ou se as “piadas” feitas com a comunidade LGBT são inofensivas e não causam nenhum tipo de prejuízo social a essas pessoas.”

Pimenta enfatiza que, na tentativa de diminuir as manifestações discriminatórias contra a comunidade LGBT e acabar com a impunidade, o Congresso Nacional já se debruça sobre o Projeto de Lei 122/06, que pretende criminalizar a homofobia. A matéria foi aprovada pela Câmara em 2006 e está em análise no Senado Federal.

Por outro lado, o parlamentar recorda que setores da mídia brasileira já estão supondo que a aprovação da lei que criminaliza a homofobia pode ser um dispositivo em conflito com a liberdade de expressão. “Portanto, debater os limites entre a liberdade de expressão, censura e homofobia na mídia brasileira é necessário na medida em que, por outro lado, a reprodução exaustiva de um sistema de diferenciação conduz e colabora para a discriminação, segregação e exclusão”, completou.

Da Redação/ RCA

Fonte: http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/DIREITOS-HUMANOS/151737-COMISSAO-FARA-SEMINARIO-SOBRE-HOMOFOBIA-E-LIBERDADE-DE-EXPRESSAO.html

3 Respostas

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  1. […] the original post: Gayzistas buscam aumentar seu controle sobre a mídia « + Liberdade … Tweet This Post Comentário, Mídia << Para Dirceu, mídia ‘teme […]

    • A heterofobia caracteriza-se pela aversão, intolerância e combate à opção heterossexual. Está presente quando se tenta forçar alguém a renunciar ao ponto de vista heterossexual, o qual, por si mesmo,
      exclui pontos de vista e condutas sexuais incompatíveis, pois não se pode ser heterossexual e bissexual ao mesmo tempo, e nem tampouco heterossexual e homossexual. Como a adoção da heterossexualidade implica, por uma questão de incompatibilidade, em rejeição às opções homossexual e bissexual, tentar forçar alguém a encarar essas últimas como normais, aceitáveis ou até desejáveis implica em heterofobia.
      A prática da heterofobia está presente nas seguintes condutas:
      1) intimidar, ameaçar, perseguir, constranger ou colocar em situação vexatória pessoas que rejeitem a homossexualidade ou externem em relação à mesma opinião contrária, crítica desfavorável, reprovação, desaprovação, descontentamento ou indignação;
      2) reprimir ou tentar impedir a livre manifestação de pensamento ou opinião contrários à homossexualidade;
      3) incitar ou facilitar a adoção de prática homossexual por crianças, bem como induzi-las a desenvolver preferência ou gosto pela conduta homossexual;
      Na qualidade de cidadão brasileiro, exijo do governo a proteção integra dos meus direitos a:
      1) ensinar a meus filhos que a opção heterossexual é a única adequada para eles;
      2) proteger meus filhos de quaisquer influências que afetem o desenvolvimento de sua personalidade heterossexual, na escola ou nos meios de comunicação;
      3) expor publicamente minha opinião, crítica e pensamento contrários ao homossexualismo, bem como externar descontentamento, indignação e reprovação ao mesmo;
      4) rejeitar o homossexualismo como opção para mim e para minha família;
      5) frequentar espaços privados, onde eu e minha família não sejamos obrigados a presenciar atos homossexuais;
      6) exercer minha liberdade de crença religiosa, externando meu ponto de vista de que o homossexualismo, ao lado de muitas outras condutas sexuais (masturbação, adultério, fornicação,
      promiscuidade, depravação etc.), tem inspirações malignas e diabólicas.
      A heterofobia se manifesta claramente na tentativa de criminalizar e punir com prisão as pessoas que rejeitam a homossexualidade.
      Apesar das chacotas (na verdade uma arma para tentar desmoralizar a luta heterossexual) que a comunidade gay vem fazendo a respeito deste tema, a verdade é que a tentativa de criminalização de opiniões contrárias se deve a um ódio aos discordantes.
      Há uma diferença radical entre defender os direitos humanos dos homossexuais e usar isso como desculpa para prender heterossexuais que rejeitam a homossexualidade. Fingindo-se de defensores dos
      direitos humanos, os heterofóbicos querem na verdade instalar um estado hedonista voltado completamente para o prazer homoerótico e para tanto tem que destruir a família tradicional e a resistência
      cultural hetero.
      A resistência contra a heterofobia é cultural e é por tal motivo que eles querem alterar completamente a cultura, invertendo os padrões de normalidade.
      Quanto aos assassinatos de homossexuais no Brasil, os heterofóbicos tentam esconder que:
      1. o número de heteros que são assassinados todos os dias é muito mais alto que o número de homossexuais;
      2. é muito mais fácil um heterossexual matar outro heterossexual (vejam os índices de crimes passionais) do que matar um homossexual;
      3. o número de homossexuais assassinados no Brasil é alto somente porque este é o país com maior população gay do mundo (é alto em dados absolutos e não em dados relativos);
      4. os heterossexuais são jogados nos trabalhos piores e mais perigosos (é só ver quantos gays trabalham como coveiros, lixeiros, mineiros, eletricistas de alta tensão etc), ao contrário dos gays, que só gostam de tralhos leves, seguros e limpinhos;
      5. o número de heterossexuais mortos em acidentes de trabalho é muito mais alto que o número de homossexuais.
      Portanto, fica claro que a sociedade persegue muito mais os
      heterossexuais que os homossexuais, tanto que esses últimos engrossam massivamente a classe abastada e dominante do país, não sendo de modo algum “coitadinhos” e nem “pobrezinhos”.
      Entendo que a PL 122 seria aceitável se fosse imparcial, garantindo explicitamente os direitos heterossexuais ao lado dos direitos homossexuais e bissexuais.
      A heterofobia não se manifesta socialmente como a homofobia. Na homofobia, a agressão do fóbico é por via direta, já na heterofobia, o fóbico tenta acionar mecanismos sociais e políticos que propaguem o homossexualismo para toda a sociedade, persigam e
      intimidem aqueles que defendem os valores heterossexuais.

      Dallas

      julho 3, 2011 at 3:31 pm


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