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Gayzistas buscam aumentar seu controle sobre a mídia

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Militantes gays e políticos e autoridades que lhes prestam serviço em tempo integral realizam na Câmara Federal, dia 15/12/2010, o seminário “Os Limites entre Liberdade de Expressão, Censura e Homofobia”.

O evento, que também conta com a presença de representantes dos jornalistas e dos meios de comunicação, tem o objetivo de determinar como a mídia deve tratar as questões relacionadas à homossexualidade.

Na mira da CENSURA GAY estão, além dos jornalistas e programas de TV, também os humoristas, que constantemente são acusados pelos gayzistas de propagarem “preconceito”.

 

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Comissão da Câmara diz que irá ‘discutir’ em seminário homofobia e liberdade de expressão 

Deu no site da Câmara que a Comissão de Legislação Participativa vai promover seminário para discutir “Os Limites entre Liberdade de Expressão, Censura e Homofobia”. O evento será no dia 15 de dezembro, às 14 horas, no plenário 3. O requerimento, apresentado pelo deputado Paulo Pimenta (PT-RS), foi aprovado nesta quarta-feira.

Agora a parte interessante: A comissão vai convidar representantes da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), da Rede Globo, da TV Bandeirantes, da Rede TV, da TV Record, do Ministério Público Federal, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), do Conselho Federal de Psicologia e da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Travestis e Transexuais (ABLGT). O desembargador do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) Rui Portanova e a desembargadora aposentada do TJRS Maria Berenice Dias farão palestra sobre o tema do seminário.

Tem um cheiro estranho no ar. A parcialidade desse seminário promovido pela comissão da Câmara é vista a quilômetros de distância. Basta olhar a lista dos convidados para perceber o tom da discussão. Representantes da mídia, MPF (lembram das ideias de Deborah Duprat, enquanto Procuradora-Geral interina?), OAB, Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (aquela do PNDH 3), FENAJ, Conselho Federal de Psicologia (que mandou Rosângela Justino parar de tratar homossexuais), ABLGT (sem comentários) e, para finalizar, Maria Berenice Dias (a madrinha do movimento).

Ou seja, é mais fácil que haja um monólogo ao invés de debate. Tá tudo dominado!

Publicado: 04 December 2010
Autor: Valmir Nascimento
Categoria: Cosmovisão

Comentários

  • Como você muito bem observou, não é um “debate”, é um monólogo! Ou, talvez, um coral cantando em uníssono, ou um samba gay de uma nota só (que os mestres Tom Jobim e Newton Mendonça me perdoem a comparação)!

    Vale a pena também notar que não convidaram nenhum representante das religiões, especialmente as cristãs, que são o principal (embora não único) alvo do projeto de mordaça gay. Puro medo de enfrentar oposição real a suas pretensões totalitárias.

    Ou talvez neste seminário os gayzistas estejam se concentrando mais no adestramento e amordaçamento dos meios de comunicação “laicos”. A reportagem do site da Câmara, apesar da linguagem amaciada, mostra que os gayzistas querem amordaçar os comediantes, por exemplo. A mídia “mundana” já é bastante obediente ao movimento gay, mas ele quer mais submissão. Por isso, estão levando para o encontro, além de militantes assumidos, do governo e adjacências, também o MPF, órgão que tem se especializado em servir de “polícia do pensamento” da Gaystapo, censurando livros, sites e programas de TV, e perseguindo pessoas que contrariam a agenda gay.

    Os jornalistas, comunicadores, artistas, humoristas, etc, que tão freqüentemente bajulam o movimento gay e atacam os cristãos, que se preparem: CENSURA GAY em cima deles também. Idiota útil é pra essas coisas.

    Saudações.

 

Fonte: http://comoviveremos.com/2010/12/04/comissao-da-camara-diz-que-ira-discutir-em-seminario-sobre-homofobia-e-liberdade-de-expressao 

 

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Matéria do site da Câmara:

02/12/2010 16:22

Comissão fará seminário sobre homofobia e liberdade de expressão

 

“]”

Pimenta: relação homoafetiva e direitos de LGBT são objeto de diversos projetos na Câmara. (foto: David Pinheiro)

 

A Comissão de Legislação Participativa vai promover seminário para discutir “Os Limites entre Liberdade de Expressão, Censura e Homofobia”. O evento será no dia 15 de dezembro, às 14 horas, no plenário 3.

O requerimento, apresentado pelo deputado Paulo Pimenta (PT-RS), foi aprovado nesta quarta-feira. A comissão vai convidar representantes da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), da Rede Globo, da TV Bandeirantes, da Rede TV, da TV Record, do Ministério Público Federal, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), do Conselho Federal de Psicologia e da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Travestis e Transexuais (ABLGT). O desembargador do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) Rui Portanova e a desembargadora aposentada do TJRS Maria Berenice Dias farão palestra sobre o tema do seminário.

Paulo Pimenta argumenta que as relações homoafetivas e a defesa dos direitos e garantias da população LGBT são objeto de diversas proposições na Câmara.

Programas humorísticos

Ele lembra que, em novembro, as comissões de Legislação Participativa e de Direitos Humanos e Minorias discutiram a garantia do respeito e a valorização das diferenças e aos direitos humanos, em dois seminários: “Escola sem Homofobia” e “Assassinatos LGBT”. “Nesses seminários, uma questão posta foi se a mídia, em especial a televisão, contribui em seus programas humorísticos para a propagação de atitudes discriminatórias por orientação sexual, ou se as “piadas” feitas com a comunidade LGBT são inofensivas e não causam nenhum tipo de prejuízo social a essas pessoas.”

Pimenta enfatiza que, na tentativa de diminuir as manifestações discriminatórias contra a comunidade LGBT e acabar com a impunidade, o Congresso Nacional já se debruça sobre o Projeto de Lei 122/06, que pretende criminalizar a homofobia. A matéria foi aprovada pela Câmara em 2006 e está em análise no Senado Federal.

Por outro lado, o parlamentar recorda que setores da mídia brasileira já estão supondo que a aprovação da lei que criminaliza a homofobia pode ser um dispositivo em conflito com a liberdade de expressão. “Portanto, debater os limites entre a liberdade de expressão, censura e homofobia na mídia brasileira é necessário na medida em que, por outro lado, a reprodução exaustiva de um sistema de diferenciação conduz e colabora para a discriminação, segregação e exclusão”, completou.

Da Redação/ RCA

Fonte: http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/DIREITOS-HUMANOS/151737-COMISSAO-FARA-SEMINARIO-SOBRE-HOMOFOBIA-E-LIBERDADE-DE-EXPRESSAO.html

“Debates” eleitorais: jogo de cartas marcadas e invisibilidade

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Os debates eleitorais nas TVs e na mídia em geral são uma espécie de “jogo de cartas marcadas” que a legislação eleitoral e os próprios meios de comunicação impõem. Apenas os candidatos cujos partidos possuem representantes na Câmara Federal têm de ser convidados para os debates. Os outros podem ser convidados, mas quase nunca o são. É por este motivo que vemos apenas Dilma, Serra, Marina e Plínio nos debates, embora existam outros  candidatos a presidente (Eymael, Levy Fidelix,  Zé Maria, etc.) na disputa eleitoral, os quais ficam quase completamente “invisíveis”. O eleitorado pouco sabe deles,  obtêm baixos índices nas pesquisas e nas votações. Além disso, a legislação eleitoral estabelece distribuição desigual de recursos dos fundos partidários e de tempo de exposição na propaganda na TV e no rádio.

Artigo do site Infonet sobre o assunto:

22/09/2010 – 00:54

Os debates eleitorais na TV

Maurício Gentil

Após o fim da ditadura militar e a retomada do processo democrático, com a promulgação da Constituição de 1988, as eleições periódicas em todo o país voltaram a ser uma constante.

Com efeito, após a promulgação da Carta Magna, ocorreram 12 (doze) eleições – entre nacionais, estaduais e municipais[1] – além de um plebiscito (para deliberação popular sobre a forma de governo, republicana ou monárquica, e sistema de governo, presidencialista ou parlamentarista) e um referendo (para deliberação popular sobre a proibição – ou não – de comércio de armas de fogo e munição).[2]

Um dos aspectos mais interessantes de todas essas eleições é exatamente a realização de debates entre os candidatos, transmitidos ao vivo pelas emissoras de televisão. Excelente oportunidade para o confronto democrático de concepções, propostas, trajetórias, biografias, na perspectiva do melhor esclarecimento do eleitor, com vistas ao seu voto soberano consciente e melhor qualificado.

Anos e anos de ditadura militar e de negativa ao povo do seu direito soberano de eleger seus governantes geraram uma demanda reprimida que explodiu após 1988. A participação popular nas primeiras eleições pós-88 foi bastante significativa, e os debates eleitorais realizados por emissoras de televisão foram reflexo desse fenômeno.

Com efeito, entraram para a história os diversos debates realizados por várias emissoras durante o primeiro turno da eleição presidencial de 1989. Brizola, Covas, Lula, Paulo Maluf, Afif Domingos, Aureliano Chaves, Ulysses Guimarães (Collor, então primeiro colocado nas pesquisas, corria dos debates). No segundo turno, dois debates entre Collor e Lula, organizado conjuntamente pelas quatro maiores emissoras de TV da época (Globo, SBT, Manchete e Bandeirantes). Desde então, os debates na TV, durante as campanhas eleitorais, tornaram-se elementos essenciais à própria rotina política nacional.

A matéria adquiriu tanta importância que a legislação passou a regulamentar a realização de debates eleitorais. Atualmente, é a Lei n° 9.504/97 – que “estabelece normas para eleições” – que traz a disciplina jurídica do assunto. Faculta às emissoras de rádio e televisão a realização de debates sobre as eleições majoritárias ou proporcionais, garantindo a participação de candidatos dos partidos políticos com representação na Câmara dos Deputados e apenas facultando a participação dos demais (Art. 46).

É por conta desse critério que, nas atuais eleições presidenciais, os debates têm contado apenas com a presença de quatro candidatos (Dilma, Serra, Marina e Plínio), cujos partidos (PT, PSDB, PV e PSoL) possuem representantes na Câmara dos Deputados. Também por esse critério o debate realizado pela TV Atalaia entre os candidatos a Governador do Estado contou apenas com a participação de Déda, João Alves e Professora Avilete, únicos candidatos cujos partidos (PT, DEM e PSoL) possuem representantes na Câmara dos Deputados (embora a TV Atalaia pudesse, como fez a TV Cidade, convidar os demais candidatos, a lei não a obriga a fazê-lo).

Esse critério é questionável, por várias razões. Em primeiro lugar, impõe aos candidatos um tratamento desigual. Os candidatos que participam dos debates têm maior projeção na mídia, têm um espaço privilegiado de contato com o eleitor e difusão de suas ideias. Candidatos de partidos que não possuem deputados federais perdem essa excelente oportunidade. Há quem sustente que a legislação não poderia respaldar a participação em debates de candidatos não-representativos, pois são candidatos de “partidos nanicos”, que não possuem representatividade alguma. Mais ainda: que assegurar a participação de todos os candidatos inviabilizaria a própria realização dos debates, porque as emissoras de TV não teriam interesse em sua realização quando obrigadas a convidar mais de quatro candidatos, eis que haveria uma quantidade excessiva de candidatos, muitos dos quais seriam “inexpressivos”.

Ora, a República tem como um de seus fundamentos o “pluralismo político” (Art. 1°, inciso V da Constituição). O “pluripartidarismo” é critério a ser necessariamente observado no contexto da liberdade de organização partidária (Art. 17). De que adianta então a Constituição assegurar a criação e o funcionamento de tantos partidos quantos sejam livremente criados por setores da sociedade para a representação e defesa de determinadas concepções políticas se, na ora de disputar a representatividade eleitoral em mandatos, essa liberdade não se materializa em igualdade de oportunidades?

Se os partidos políticos legalmente criados e registrados não possuem deputados federais, terão mais dificuldade de tê-los quanto menos espaços e oportunidades tenham de acesso à mídia e ao eleitor. Grandes partidos brasileiros da atualidade começaram “nanicos” e cresceram na preferência do eleitorado também a partir da maior exposição, maior contato com o eleitor e propagação de suas plataformas por via da comunicação social.

A igualdade-proporcionalidade já se reflete na distribuição legal do tempo de televisão e rádio na propaganda partidária e na propaganda eleitoral, bem como no acesso aos recursos financeiros do fundo partidário. No horário eleitoral gratuito, quanto mais deputados federais, mais tempo possui o partido político. Já não é suficiente? É preciso que essa proporcionalidade se estenda também aos debates eleitorais, facilitando a concentração de projeção política em poucos partidos?

Penso que não. Penso que isso restringe a possibilidade de que novos partidos políticos possam vir a crescer e, com esse crescimento, otimizar o pluralismo político que a Constituição exige, como medida de abertura do debate democrático para concepções mais diversificadas. E que, no fim da contas, seja o eleitor – o verdadeiro soberano – a dizer quais partidos devem ter maior ou menor representação política, mas a partir do voto, e não por tutela legal do Estado, cuja disciplina tem favorecido um círculo vicioso de manutenção dos mesmos.

[1] Eleições municipais em 1988, presidenciais em 1989, estaduais em 1990, e novas eleições municipais em 1992, 1996, 2000, 2004 e 2008 e novas eleições estaduais e nacionais em 1994, 1998, 2002 e 2006.
[2] O plebiscito ocorreu em abril de 2003 e o referendo em outubro de 2005.

Maurício Gentil é advogado militante no ramo do direito público, membro do Conselho Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil e Presidente da Comissão de Estudos Constitucionais da mesma entidade. É mestre em Direito Constitucional pela Universidade Federal do Ceará e professor universitário. Atualmente lecionando a matéria Direito Constitucional na Universidade Tiradentes (graduação e pós-graduação).

Fonte: http://www.infonet.com.br/mauriciomonteiro/ler.asp?id=103964

Humor Sem Censura: Manifestação 22/08/10, 15h, RJ

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Do Extra:

Enviado por Felipe Sáles – 22.08.2010 – 05h27m

Eleições 2010: humoristas protestam hoje na Orla de Copacabana

Grandes humoristas se reúnem daqui a pouco, às 15h, na Praia de Copacabana (em frente ao Copacabana Palace) para a passeata “Humor sem Censura”. A turma protesta contra a lei que proíbe os humoristas de fazerem piadas sobre os candidatos durante o período eleitoral.

A manifestação vem sendo capitaneada pelo grupo de stand up comedy “Comédia em Pé”, que convidou amigos humoristas e também a população para participarem da caminhada e da leitura de um manifesto, que será encaminhado junto com um abaixo-assinado ao Ministério da Cultura. Participam da passeata, além dos integrantes do “Comédia em Pé”, a turma do Rock Bola, Pânico na TV, Casseta & Planeta, Os Caras de Pau, Melhores do Mundo (DF), Zorra Total, Clube da Comédia (SP) e CQC (SP)

Fonte: http://extra.globo.com/geral/extraextra/posts/2010/08/22/eleicoes-2010-humoristas-protestam-hoje-na-orla-de-copacabana-317448.asp 

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Do site do cartunista Nani:

Humor sem Censura

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

O Humor não se resigna (Sigmund Freud)

Domingo, dia 22, às 15 horas, frente ao Copacabana Palace haverá uma manifestação contra à censura ao humor. Queremos a modificação do artigo 45 da Lei das Eleições (9.504) que alcança os programas humorísticos, charges e caricaturas nos meios de comunicação. A lei é inconstitucional, afirmam renomados juristas.

Como disse o escritor mineiro Wander Pirolli: Quem não ri não presta. – Nós completamos: Quem teme o riso também.

O cartaz foi feito por mim.

Fonte: http://www.nanihumor.com/2010/08/o-humor-nao-se-resigna-sigmund-freud.html 

 

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Da Folha.com (SP):

18/08/201015h47

Humoristas organizam protesto contra proibição de abordar candidatos

FÁBIO GRELLET
DO RIO

Humoristas de programas de TV, rádio e espetáculos teatrais vão promover um protesto, no próximo domingo, no Rio, contra uma norma que proíbe a veiculação, por rádio ou TV, de entrevistas ou montagens que “degradem ou ridicularizem” candidatos.

A emissora que veicular programa com esse teor pode ser multada pela Justiça em até R$ 106.410, valor que dobra em caso de reincidência.

A norma, que consta da lei 9.504/97 e foi regulamentada por resolução do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), vale desde 1º de julho até o fim do período eleitoral.

Segundo os humoristas, a regra impede que os programas de humor falem sobre os candidatos, durante o período pré-eleitoral, e caracteriza censura à liberdade de expressão no humor.

“Estamos lutando para exterminar qualquer resquício de censura que ainda exista, somos a favor da democracia e, portanto, da liberdade de expressão. Essa lei é o exemplo de que, se não ficarmos atentos todo o tempo, o fantasma da ditadura pode voltar a nos assombrar. Deixem que as pessoas decidam por elas mesmas de qual piada devem rir”, diz Fábio Porchat, um dos organizadores.

“Essa norma vale para TV e rádio, mas também influencia a internet e o teatro. Se a gente não pode fazer piada, os políticos também deveriam ser obrigados a parar de fazer piada com a gente”, brinca Porchat.

Junto com Claudio Torres Gonzaga, Fernando Caruso, Paulo Carvalho e Léo Lins, Porchat compõe o grupo cômico de teatro “Comédia em Pé”, que está liderando o ato. A passeata “Humor sem Censura” será realizada na praia de Copacabana (zona sul), às 15h do dia 22.

A concentração será em frente ao hotel Copacabana Palace. Em seguida os manifestantes seguirão a pé até o Leme, onde vão ler o manifesto “Humor sem Censura” e recolher assinaturas para um abaixo-assinado, que será entregue ao ator Sérgio Mamberti, presidente da Funarte (Fundação Nacional de Artes).

Mamberti deve encaminhar o documento ao ministro da Cultura, Juca Ferreira. O objetivo dos humoristas é que, a partir desse abaixo-assinado, Juca discuta a situação com o TSE para que a regra seja revertida.

Segundo os organizadores do evento, integrantes do “Rock Gol”, “Pânico”, “Casseta & Planeta”, “Os Caras de Pau”, “Melhores do Mundo”, “Zorra Total”, “Clube da Comédia”, “Os Barbichas” e “Plantão de Notícias” já confirmaram participação na passeata. Também são aguardados Danilo Gentili (“CQC”), Marcos Mion (“Os Legendários”), Marcelo Adnet, Bruno Mazzeo, Leandro Hassum, Paulo Bonfá, Fabiana Karla e o cartunista Chico Caruso. Sites de humor, como Kibe Loco, Jacaré Banguela, Anões em Chamas, dentre outros, também estarão representados no evento. Ainda estão sendo convidados redatores de humor da TV, rádio e jornais, além de humoristas dos espetáculos em cartaz nos teatros.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/poder/785005-humoristas-organizam-protesto-contra-proibicao-de-abordar-candidatos.shtml 

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Matéria relacionada:

Censurar humor é inconstitucional 

https://liberdadeexpressao.wordpress.com/2010/07/28/censurar-humor-e-inconstitucional 

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Atualização 23/08/2010

Ver também:  Blog  Humor nas eleições – Aqui pode. // Make fun of ellections – here you can. –  http://humornaseleicoes.blogspot.com

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Show da Solidariedade para ator Vianna Jr: 19/05, 21h, SP

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Hoje, quarta-feira, dia 19/05/2010, 21h, SP: show em prol do humorista Vianna Junior (o “Apolônio” da Praça é Nossa), que está doente. Teatro Gazeta.

Mais de 20 artistas participam do evento. Moacyr Franco, Luiz Ayrão, Silvio Britto e Sula Miranda estarão entre as atrações do show, e a renda será totalmente revertida para o tratamento do artista.

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Show da Solidariedade para ator Vianna Jr

Show da Solidariedade para ator Vianna Jr

SHOW DA SOLIDARIEDADE
para o Ator Vianna Jr. 
 

 Este show é totalmente beneficente para o Ator Vianna Jr., portador da doença ATAXIA CEREBELAR. Estaremos contando com a presença dos artistas: Moacir Franco, Silvio Brito, Sula Miranda, Luiz Ayrão, Demetrius, Du e Michel, Rinaldo, Alexandre Arez, Érica Rodrigues, Balé Ivan Santos, Cia Tango e Paixão, Ricardo Moises, Alex e Ronaldo Fatima, Rick Vallen, Grupo Voxs – Samanta, Sofia e Wagner.

Produtor
Comprar Ingresso

http://teatrogazeta.showare.com.br/Performance/ShoWareFrontEndPerEventDetails.aspx?EVENTID=136

Informações do Produtor 
  
 Teatro Gazeta     
 Av. Paulista, 900 
 01310-100   São Paulo 
 Sao Paulo   Brasil 
 Telefone: +55 11 3253-4102 
 Fax:  
 rmbrasileventos@uol.com.br 
     
Contato
Nome: Roberto Silva 
Telefone: +55 11 3253-4102 
Email: rmbrasileventos@uol.com.br 

Fonte: http://teatrogazeta.showare.com.br/Organisation/ShoWareFrontEndOrgPromoterDetails.aspx?PROMOTERID=11&EVENTID=136

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Sexta-Feira, 07 de Maio de 2010 às 16:45

Com ajuda de amigos, humorista Vianna Junior ganha show beneficente    

Com a iniciativa da atriz e ex-vedete Marly Marley e do humorista Ary Toledo, e o apoio da apresentadora Sônia Abrão e do seu programa A Tarde é Sua, da Rede TV!, no próximo dia 19 será realizado no Teatro Gazeta, em Sampa, um show em prol do ator Vianna Junior.

O humorista se tornou conhecido por interpretar o Apolônio no programa A Praça é Nossa, do SBT, e, após um tumor no cérebro, sofre de ataxia cerebelar, doença que faz com que ele não tenha controle sobre os movimentos musculares.

Moacyr Franco, Luiz Ayrão, Silvio Britto e Sula Miranda estarão entre as atrações do show, e a renda será totalmente revertida para o tratamento do artista.
 
Teatro Gazeta
Av. Paulista, 900 – Térreo
Próx. ao Metrô Trianon
(11) 3253-4102

Vendas por Telefone:
Call Center Livepass
(11) 4003-1527
Horário de Atendimento: de segunda-feira a sábado das 09 às 21 horas.

Mais informações: www.teatrogazeta.com.br 

Por: Redação

Ler mais sobre: Vianna Junior | A Praça é Nossa

Fonte: http://home.areavip.com.br/noticias/40517/com-ajuda-de-amigos-humorista-vianna-junior-ganha-show-beneficente.html 

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MAIS:

Humorista de “A Praça é Nossa” tem doença grave e pede ajuda na TV
http://www.abril.com.br/noticias/brasil/humorista-praca-nossa-tem-doenca-grave-pede-ajuda-tv-548936.shtml

Wikipedia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Viana_Junior

Dramaturgia brasileira – álbum: http://ondeanda.multiply.com/photos/album/1275   

Dilma na TV: O dinheiro compra quase tudo

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BrasilWiki   

Luciana e Dilma na cozinha do estúdio.

Luciana e Dilma na cozinha do estúdio.

O dinheiro compra quase tudo

Publicado em 05/02/2010 pelo(a) wiki repórter Cesar, São Paulo-SP
 
Seria hilário, não fosse preocupante, a entrevista que assisti ontem à noite, da ministra Dilma “Lênin” Roussef  e à nossa superpreparada e superinteligente apresentadora Luciana Gimenez, no programa Super Pop, da Rede TV. Meu Deus, o dinheiro compra quase tudo!

Via-se ali, naquela entrevista, o típico ambiente propício à esquerda, ou seja, uma plateia amestrada previamente por dois petistas barbudos, que faziam com que ela aplaudisse a todo o momento as menores palavras de Dilma Roussef, dando a impressão que se ela espirrasse, seria ovacionada em pé. Uma entrevistada mal intencionada, com um passado negro de traição à democracia e ao Brasil; e uma apresentadora marionete de teleponto.

Mas esse circo de baixo nível é necessário à esquerda, pois engôdos como Dilma, diante de interlocutores de alto nível e bem intencionados, seriam devidamente destruídos por perguntas bem focadas. Na entrevista, Dilma ainda devolvia sorrizinhos de botox a duras penas, certamente influenciada por algum curso feito, do tipo “Como parecer gente do bem”.

Nosso público, majoritariamente ignorante e passivo, não consegue antever o perigo que se arma com essa candidata – o PNDH-3 e os desígnios do Foro de São Paulo por trás, presidido por Lula, Fidel, Hugo Chávez e as FARC, financiadoras e fornecedoras de armas e treinamento ao MST e similares.

Essa entrevista comprada é só o começo da avalanche que virá. E o povo brasileiro, alienado, comporta-se tal como bois no curral de um frigorífico, que se perguntam se é verdade mesmo que existem açougues…

Fonte: http://www.brasilwiki.com.br/noticia.php?id_noticia=20431 

Brasil Wiki – http://www.brasilwiki.com.br

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