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Gayzistas buscam aumentar seu controle sobre a mídia

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Militantes gays e políticos e autoridades que lhes prestam serviço em tempo integral realizam na Câmara Federal, dia 15/12/2010, o seminário “Os Limites entre Liberdade de Expressão, Censura e Homofobia”.

O evento, que também conta com a presença de representantes dos jornalistas e dos meios de comunicação, tem o objetivo de determinar como a mídia deve tratar as questões relacionadas à homossexualidade.

Na mira da CENSURA GAY estão, além dos jornalistas e programas de TV, também os humoristas, que constantemente são acusados pelos gayzistas de propagarem “preconceito”.

 

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Comissão da Câmara diz que irá ‘discutir’ em seminário homofobia e liberdade de expressão 

Deu no site da Câmara que a Comissão de Legislação Participativa vai promover seminário para discutir “Os Limites entre Liberdade de Expressão, Censura e Homofobia”. O evento será no dia 15 de dezembro, às 14 horas, no plenário 3. O requerimento, apresentado pelo deputado Paulo Pimenta (PT-RS), foi aprovado nesta quarta-feira.

Agora a parte interessante: A comissão vai convidar representantes da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), da Rede Globo, da TV Bandeirantes, da Rede TV, da TV Record, do Ministério Público Federal, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), do Conselho Federal de Psicologia e da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Travestis e Transexuais (ABLGT). O desembargador do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) Rui Portanova e a desembargadora aposentada do TJRS Maria Berenice Dias farão palestra sobre o tema do seminário.

Tem um cheiro estranho no ar. A parcialidade desse seminário promovido pela comissão da Câmara é vista a quilômetros de distância. Basta olhar a lista dos convidados para perceber o tom da discussão. Representantes da mídia, MPF (lembram das ideias de Deborah Duprat, enquanto Procuradora-Geral interina?), OAB, Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (aquela do PNDH 3), FENAJ, Conselho Federal de Psicologia (que mandou Rosângela Justino parar de tratar homossexuais), ABLGT (sem comentários) e, para finalizar, Maria Berenice Dias (a madrinha do movimento).

Ou seja, é mais fácil que haja um monólogo ao invés de debate. Tá tudo dominado!

Publicado: 04 December 2010
Autor: Valmir Nascimento
Categoria: Cosmovisão

Comentários

  • Como você muito bem observou, não é um “debate”, é um monólogo! Ou, talvez, um coral cantando em uníssono, ou um samba gay de uma nota só (que os mestres Tom Jobim e Newton Mendonça me perdoem a comparação)!

    Vale a pena também notar que não convidaram nenhum representante das religiões, especialmente as cristãs, que são o principal (embora não único) alvo do projeto de mordaça gay. Puro medo de enfrentar oposição real a suas pretensões totalitárias.

    Ou talvez neste seminário os gayzistas estejam se concentrando mais no adestramento e amordaçamento dos meios de comunicação “laicos”. A reportagem do site da Câmara, apesar da linguagem amaciada, mostra que os gayzistas querem amordaçar os comediantes, por exemplo. A mídia “mundana” já é bastante obediente ao movimento gay, mas ele quer mais submissão. Por isso, estão levando para o encontro, além de militantes assumidos, do governo e adjacências, também o MPF, órgão que tem se especializado em servir de “polícia do pensamento” da Gaystapo, censurando livros, sites e programas de TV, e perseguindo pessoas que contrariam a agenda gay.

    Os jornalistas, comunicadores, artistas, humoristas, etc, que tão freqüentemente bajulam o movimento gay e atacam os cristãos, que se preparem: CENSURA GAY em cima deles também. Idiota útil é pra essas coisas.

    Saudações.

 

Fonte: http://comoviveremos.com/2010/12/04/comissao-da-camara-diz-que-ira-discutir-em-seminario-sobre-homofobia-e-liberdade-de-expressao 

 

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Matéria do site da Câmara:

02/12/2010 16:22

Comissão fará seminário sobre homofobia e liberdade de expressão

 

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Pimenta: relação homoafetiva e direitos de LGBT são objeto de diversos projetos na Câmara. (foto: David Pinheiro)

 

A Comissão de Legislação Participativa vai promover seminário para discutir “Os Limites entre Liberdade de Expressão, Censura e Homofobia”. O evento será no dia 15 de dezembro, às 14 horas, no plenário 3.

O requerimento, apresentado pelo deputado Paulo Pimenta (PT-RS), foi aprovado nesta quarta-feira. A comissão vai convidar representantes da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), da Rede Globo, da TV Bandeirantes, da Rede TV, da TV Record, do Ministério Público Federal, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), do Conselho Federal de Psicologia e da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Travestis e Transexuais (ABLGT). O desembargador do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) Rui Portanova e a desembargadora aposentada do TJRS Maria Berenice Dias farão palestra sobre o tema do seminário.

Paulo Pimenta argumenta que as relações homoafetivas e a defesa dos direitos e garantias da população LGBT são objeto de diversas proposições na Câmara.

Programas humorísticos

Ele lembra que, em novembro, as comissões de Legislação Participativa e de Direitos Humanos e Minorias discutiram a garantia do respeito e a valorização das diferenças e aos direitos humanos, em dois seminários: “Escola sem Homofobia” e “Assassinatos LGBT”. “Nesses seminários, uma questão posta foi se a mídia, em especial a televisão, contribui em seus programas humorísticos para a propagação de atitudes discriminatórias por orientação sexual, ou se as “piadas” feitas com a comunidade LGBT são inofensivas e não causam nenhum tipo de prejuízo social a essas pessoas.”

Pimenta enfatiza que, na tentativa de diminuir as manifestações discriminatórias contra a comunidade LGBT e acabar com a impunidade, o Congresso Nacional já se debruça sobre o Projeto de Lei 122/06, que pretende criminalizar a homofobia. A matéria foi aprovada pela Câmara em 2006 e está em análise no Senado Federal.

Por outro lado, o parlamentar recorda que setores da mídia brasileira já estão supondo que a aprovação da lei que criminaliza a homofobia pode ser um dispositivo em conflito com a liberdade de expressão. “Portanto, debater os limites entre a liberdade de expressão, censura e homofobia na mídia brasileira é necessário na medida em que, por outro lado, a reprodução exaustiva de um sistema de diferenciação conduz e colabora para a discriminação, segregação e exclusão”, completou.

Da Redação/ RCA

Fonte: http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/DIREITOS-HUMANOS/151737-COMISSAO-FARA-SEMINARIO-SOBRE-HOMOFOBIA-E-LIBERDADE-DE-EXPRESSAO.html

Humor Sem Censura: Manifestação 22/08/10, 15h, RJ

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Do Extra:

Enviado por Felipe Sáles – 22.08.2010 – 05h27m

Eleições 2010: humoristas protestam hoje na Orla de Copacabana

Grandes humoristas se reúnem daqui a pouco, às 15h, na Praia de Copacabana (em frente ao Copacabana Palace) para a passeata “Humor sem Censura”. A turma protesta contra a lei que proíbe os humoristas de fazerem piadas sobre os candidatos durante o período eleitoral.

A manifestação vem sendo capitaneada pelo grupo de stand up comedy “Comédia em Pé”, que convidou amigos humoristas e também a população para participarem da caminhada e da leitura de um manifesto, que será encaminhado junto com um abaixo-assinado ao Ministério da Cultura. Participam da passeata, além dos integrantes do “Comédia em Pé”, a turma do Rock Bola, Pânico na TV, Casseta & Planeta, Os Caras de Pau, Melhores do Mundo (DF), Zorra Total, Clube da Comédia (SP) e CQC (SP)

Fonte: http://extra.globo.com/geral/extraextra/posts/2010/08/22/eleicoes-2010-humoristas-protestam-hoje-na-orla-de-copacabana-317448.asp 

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Do site do cartunista Nani:

Humor sem Censura

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

O Humor não se resigna (Sigmund Freud)

Domingo, dia 22, às 15 horas, frente ao Copacabana Palace haverá uma manifestação contra à censura ao humor. Queremos a modificação do artigo 45 da Lei das Eleições (9.504) que alcança os programas humorísticos, charges e caricaturas nos meios de comunicação. A lei é inconstitucional, afirmam renomados juristas.

Como disse o escritor mineiro Wander Pirolli: Quem não ri não presta. – Nós completamos: Quem teme o riso também.

O cartaz foi feito por mim.

Fonte: http://www.nanihumor.com/2010/08/o-humor-nao-se-resigna-sigmund-freud.html 

 

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Da Folha.com (SP):

18/08/201015h47

Humoristas organizam protesto contra proibição de abordar candidatos

FÁBIO GRELLET
DO RIO

Humoristas de programas de TV, rádio e espetáculos teatrais vão promover um protesto, no próximo domingo, no Rio, contra uma norma que proíbe a veiculação, por rádio ou TV, de entrevistas ou montagens que “degradem ou ridicularizem” candidatos.

A emissora que veicular programa com esse teor pode ser multada pela Justiça em até R$ 106.410, valor que dobra em caso de reincidência.

A norma, que consta da lei 9.504/97 e foi regulamentada por resolução do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), vale desde 1º de julho até o fim do período eleitoral.

Segundo os humoristas, a regra impede que os programas de humor falem sobre os candidatos, durante o período pré-eleitoral, e caracteriza censura à liberdade de expressão no humor.

“Estamos lutando para exterminar qualquer resquício de censura que ainda exista, somos a favor da democracia e, portanto, da liberdade de expressão. Essa lei é o exemplo de que, se não ficarmos atentos todo o tempo, o fantasma da ditadura pode voltar a nos assombrar. Deixem que as pessoas decidam por elas mesmas de qual piada devem rir”, diz Fábio Porchat, um dos organizadores.

“Essa norma vale para TV e rádio, mas também influencia a internet e o teatro. Se a gente não pode fazer piada, os políticos também deveriam ser obrigados a parar de fazer piada com a gente”, brinca Porchat.

Junto com Claudio Torres Gonzaga, Fernando Caruso, Paulo Carvalho e Léo Lins, Porchat compõe o grupo cômico de teatro “Comédia em Pé”, que está liderando o ato. A passeata “Humor sem Censura” será realizada na praia de Copacabana (zona sul), às 15h do dia 22.

A concentração será em frente ao hotel Copacabana Palace. Em seguida os manifestantes seguirão a pé até o Leme, onde vão ler o manifesto “Humor sem Censura” e recolher assinaturas para um abaixo-assinado, que será entregue ao ator Sérgio Mamberti, presidente da Funarte (Fundação Nacional de Artes).

Mamberti deve encaminhar o documento ao ministro da Cultura, Juca Ferreira. O objetivo dos humoristas é que, a partir desse abaixo-assinado, Juca discuta a situação com o TSE para que a regra seja revertida.

Segundo os organizadores do evento, integrantes do “Rock Gol”, “Pânico”, “Casseta & Planeta”, “Os Caras de Pau”, “Melhores do Mundo”, “Zorra Total”, “Clube da Comédia”, “Os Barbichas” e “Plantão de Notícias” já confirmaram participação na passeata. Também são aguardados Danilo Gentili (“CQC”), Marcos Mion (“Os Legendários”), Marcelo Adnet, Bruno Mazzeo, Leandro Hassum, Paulo Bonfá, Fabiana Karla e o cartunista Chico Caruso. Sites de humor, como Kibe Loco, Jacaré Banguela, Anões em Chamas, dentre outros, também estarão representados no evento. Ainda estão sendo convidados redatores de humor da TV, rádio e jornais, além de humoristas dos espetáculos em cartaz nos teatros.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/poder/785005-humoristas-organizam-protesto-contra-proibicao-de-abordar-candidatos.shtml 

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Matéria relacionada:

Censurar humor é inconstitucional 

https://liberdadeexpressao.wordpress.com/2010/07/28/censurar-humor-e-inconstitucional 

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Atualização 23/08/2010

Ver também:  Blog  Humor nas eleições – Aqui pode. // Make fun of ellections – here you can. –  http://humornaseleicoes.blogspot.com

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Censurar humor é inconstitucional

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Especialista diz que restrição da lei eleitoral fere o direito de liberdade de expressão

O professor de Direito Constitucional Gustavo Binenbojm, da Uerj, diz que a lei eleitoral “incorre numa inconstitucionalidade”, ao restringir programas humorísticos, por ferir a liberdade de expressão. Para ele, o eleitor é capaz de entender o que é só uma piada.

Especialista critica lei eleitoral e tutela do Estado, lembrando que Constituição garante liberdade de expressão

ENTREVISTA (O Globo):

Mau humor

De acordo com especialista, humor na política deve ser preservado

Publicada em 26/07/2010 às 23h10m

Fábio Brisolla

RIO – As restrições impostas aos programas de humor pela lei eleitoral são inconstitucionais. É a opinião de Gustavo Binenbojm, professor de direito constitucional da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), que considera essas limitações uma forma de silenciar e censurar humoristas. A lei eleitoral proíbe que programas de rádio e TV “degradem ou ridicularizem” candidatos, provocando mudanças em programas como “Casseta & Planeta”, “CQC” e “Pânico na TV”. Em entrevista ao GLOBO, Binenbojm lamenta que sátiras políticas estejam perdendo espaço por causa da legislação. E considera um equívoco interromper um eficiente canal de comunicação entre políticos e eleitores. “O humor é um instrumento para atrair o interesse da opinião pública para um assunto”, frisa. O professor ressalta que o eleitor tem senso crítico suficiente para saber o que é apenas uma piada. “Se não acreditamos que o cidadão tem capacidade de fazer seu próprio julgamento, estamos caminhando para um regime fascista”.

Qual é a avaliação do senhor sobre as restrições aos programas humorísticos de TV previstas na lei eleitoral?

GUSTAVO BINENBOJM: Existe uma preocupação da lei brasileira de assegurar a lisura do processo eleitoral. Procura impedir manipulações nos meios de comunicação, como o uso de informações falsas que possam favorecer ou prejudicar determinado candidato. Seria uma regulação até desejável, mas as restrições vão muito além. Visam a garantir uma neutralidade dos veículos de comunicação de massa incompatível com a liberdade de expressão. Tal como foi redigida, a lei eleitoral provoca um efeito silenciador sobre manifestações artísticas como sátiras, charges e programas humorísticos. Impede o público de conhecer fatos através do humor. Antes de ser um direito, informar e criticar livremente é um dever dos veículos de comunicação. E, além disso, todo cidadão tem o direito de acesso à informação.

O que poderia ser feito para reverter as limitações enfrentadas pelos humoristas durante a campanha eleitoral?

BINENBOJM: O Congresso Nacional poderia editar uma nova norma ou corrigir a redação atual para permitir a existência de sátiras sobre candidatos em programas de humor durante as eleições. Num ambiente de liberdade de expressão, isso faz parte do debate público. Muitas vezes, o humor é a forma que melhor desperta a atenção dos cidadãos para assuntos de interesse público. Outro caminho seria recorrer ao TSE para que haja uma segurança jurídica na aplicação dessa norma pelos veículos de comunicação. O entendimento do TSE sobre o que a lei determina poderia garantir a liberdade necessária aos programas de humor.

Os defensores da atual legislação afirmam que as restrições são necessárias para garantir a lisura do processo eleitoral…

BINENBOJM: Ao que parece, o objetivo da lei eleitoral no caso seria impedir que um candidato cometesse excessos na propaganda eleitoral obrigatória usando a TV ou o rádio para difamar um adversário. Mas esse artigo da lei eleitoral acabou atingindo os programas humorísticos em geral. O humor é um instrumento para atrair o interesse da opinião pública para um assunto. Uma sátira se utiliza de características da personalidade de um político para despertar o interesse do telespectador.

O senhor discorda do argumento que relaciona a sátira política a uma forma de ofensa ou difamação?

BINENBOJM: Além de informar, os meios de comunicação têm o dever de criticar os fatos. E isso pode ser feito sob a forma de sátira, de charge ou qualquer outro formato de humor. A lei eleitoral brasileira incorre numa inconstitucionalidade, porque a norma atual é incompatível com o regime constitucional que assegura a liberdade de expressão.

Nos Estados Unidos, os políticos são alvos constantes de programas humorísticos, como o “Saturday Night Live”, da Rede NBC, mesmo durante a campanha eleitoral…

BINENBOJM: O modelo da lei eleitoral dos Estados Unidos é o mais liberal do mundo. Confere aos veículos de comunicação total liberdade, inclusive para manifestar apoio a um determinado candidato. Na Europa, existem algumas formas de regulação que procuram resguardar a imagem dos candidatos. Mas a lei brasileira é ainda mais restritiva. Produz um efeito silenciador sobre os veículos de comunicação. Prevalece uma visão preconceituosa: a ideia de que a lei e o Estado devem proteger o cidadão de si próprio. É uma cultura oficialista. Avalia que o Estado tem maior capacidade do que o cidadão para formular juízo crítico sobre fatos de interesse público. Isso é uma forma de censura.

O programa “Casseta & Planeta”, da Rede Globo, eliminou imitações aos presidenciáveis do roteiro durante a campanha. O “CQC”, da Band, amenizou o tom na abordagem aos políticos.O humor está sendo levado muito a sério pela atual legislação?

BINENBOJM: O papel do humor na política é tão importante que deve ser levado a sério e, justamente por isso, preservado de restrições impostas pela lei. O político precisa aprender a usar o humor a seu favor. O deputado que consegue rebater de maneira informada, contundente, a uma pergunta de um repórter do “CQC”, está prestando um serviço à população e também a si próprio. Está usando um veículo de comunicação para sua promoção pessoal. Toda vez que suprimo o direito de manifestação, provoco um efeito colateral que é a propagação da ignorância, do desinteresse. O sujeito tem de ser capaz de fazer do limão uma limonada, de fazer da charge um instrumento de promoção de suas próprias ideias. De compreender que as pessoas têm o direito de discordar, que isso é parte do debate político. A sátira não é uma distorção. É um elemento de vitalidade das democracias maduras.

O eleitor brasileiro está preparado para diferenciar o que é apenas uma piada?

BINENBOJM: Se não acreditamos que o cidadão tem capacidade para fazer seu próprio julgamento, estamos caminhando para um regime fascista. O Estado vai informar o que ele pode saber. A opção no Brasil foi pela democracia. E a democracia comporta riscos e, muitas vezes, escolhas equivocadas… A atual lei eleitoral é própria de sociedades que passaram por períodos de ditadura militar e ainda não atingiram a maturidade da liberdade de expressão. O que é essa maturidade? Defender a liberdade de expressão ainda que, circunstancialmente, ela possa se voltar contra você.

( Leia também: Maioria dos leitores do GLOBO não concorda com a legislação que restringe o humor durante a campanha eleitoral

Fontes:  O Globo + Clipping Planejamento

Show da Solidariedade para ator Vianna Jr: 19/05, 21h, SP

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Hoje, quarta-feira, dia 19/05/2010, 21h, SP: show em prol do humorista Vianna Junior (o “Apolônio” da Praça é Nossa), que está doente. Teatro Gazeta.

Mais de 20 artistas participam do evento. Moacyr Franco, Luiz Ayrão, Silvio Britto e Sula Miranda estarão entre as atrações do show, e a renda será totalmente revertida para o tratamento do artista.

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Show da Solidariedade para ator Vianna Jr

Show da Solidariedade para ator Vianna Jr

SHOW DA SOLIDARIEDADE
para o Ator Vianna Jr. 
 

 Este show é totalmente beneficente para o Ator Vianna Jr., portador da doença ATAXIA CEREBELAR. Estaremos contando com a presença dos artistas: Moacir Franco, Silvio Brito, Sula Miranda, Luiz Ayrão, Demetrius, Du e Michel, Rinaldo, Alexandre Arez, Érica Rodrigues, Balé Ivan Santos, Cia Tango e Paixão, Ricardo Moises, Alex e Ronaldo Fatima, Rick Vallen, Grupo Voxs – Samanta, Sofia e Wagner.

Produtor
Comprar Ingresso

http://teatrogazeta.showare.com.br/Performance/ShoWareFrontEndPerEventDetails.aspx?EVENTID=136

Informações do Produtor 
  
 Teatro Gazeta     
 Av. Paulista, 900 
 01310-100   São Paulo 
 Sao Paulo   Brasil 
 Telefone: +55 11 3253-4102 
 Fax:  
 rmbrasileventos@uol.com.br 
     
Contato
Nome: Roberto Silva 
Telefone: +55 11 3253-4102 
Email: rmbrasileventos@uol.com.br 

Fonte: http://teatrogazeta.showare.com.br/Organisation/ShoWareFrontEndOrgPromoterDetails.aspx?PROMOTERID=11&EVENTID=136

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Sexta-Feira, 07 de Maio de 2010 às 16:45

Com ajuda de amigos, humorista Vianna Junior ganha show beneficente    

Com a iniciativa da atriz e ex-vedete Marly Marley e do humorista Ary Toledo, e o apoio da apresentadora Sônia Abrão e do seu programa A Tarde é Sua, da Rede TV!, no próximo dia 19 será realizado no Teatro Gazeta, em Sampa, um show em prol do ator Vianna Junior.

O humorista se tornou conhecido por interpretar o Apolônio no programa A Praça é Nossa, do SBT, e, após um tumor no cérebro, sofre de ataxia cerebelar, doença que faz com que ele não tenha controle sobre os movimentos musculares.

Moacyr Franco, Luiz Ayrão, Silvio Britto e Sula Miranda estarão entre as atrações do show, e a renda será totalmente revertida para o tratamento do artista.
 
Teatro Gazeta
Av. Paulista, 900 – Térreo
Próx. ao Metrô Trianon
(11) 3253-4102

Vendas por Telefone:
Call Center Livepass
(11) 4003-1527
Horário de Atendimento: de segunda-feira a sábado das 09 às 21 horas.

Mais informações: www.teatrogazeta.com.br 

Por: Redação

Ler mais sobre: Vianna Junior | A Praça é Nossa

Fonte: http://home.areavip.com.br/noticias/40517/com-ajuda-de-amigos-humorista-vianna-junior-ganha-show-beneficente.html 

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MAIS:

Humorista de “A Praça é Nossa” tem doença grave e pede ajuda na TV
http://www.abril.com.br/noticias/brasil/humorista-praca-nossa-tem-doenca-grave-pede-ajuda-tv-548936.shtml

Wikipedia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Viana_Junior

Dramaturgia brasileira – álbum: http://ondeanda.multiply.com/photos/album/1275   

Matérias sobre o Fórum Democracia e Liberdade de Expressão – Instituto Millenium

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Abaixo, série de artigos, vídeos e reportagens sobre o 1o Fórum Democracia e Liberdade de Expressão (FDLE) e assuntos relacionados, reunidos no site do Instituto Millenium.

A lista inclui também matérias que atacam o FDLE, geralmente de autoria de organizações esquerdistas defensoras do “controle social” (eufemismo para censura governamental) dos meios de comunicação.

Postagens recentes de Cristina Camargo (seções: Liberdades Individuais e outras):

Postagens recentes do Instituto Millenium:

Fonte: Instituto Millenium

http://twitter.com/InstMillenium 

http://www.imil.org.br/blog/

http://www.imil.org.br 

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Atualização 15/03/10:

Mais links adicionados:

Últimos artigos do autor Cristina Camargo

Últimos artigos do autor Instituto Millenium

Fonte: Instituto Millenium

http://twitter.com/InstMillenium 

http://www.imil.org.br/blog/

http://www.imil.org.br

Marchinhas de carnaval sobre o PT

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Aconteceu em 2007:

PT tenta censurar marchinha de carnaval

Bolsa-família na boca do povo

Foi um sucesso a marchinha do Bolsa-Família, do brasiliense Vasco Vasconcelos, cantada pelo cantor pernambucano Almir Rouche no 31º baile do bloco Siri na Lata, em Recife. O bloco resolveu homenageá-lo ao saber que sua canção tinha sido censurada no II Concurso de Marchinhas Carnavalescas, divulgado pelo Fantástico e patrocinado pela Petrobras e Ministério da Cultura. Quase dez mil foliões dançaram ao som da marchinha.

Claudio Humberto

Para ouvir ou fazer o download da canção em MP3, clique aqui.

Vídeo e letra:

Melô do Bolsa-Família

(Autor: Vasco Vasconcelos)

Chega de trabalho!
Basta de tanto lero-lero
Não vou mais encher minhas mãos de calo
Vou viver da bolsa do Fome Zero

Minha mulher está muito feliz
Já pediu dispensa do trabalho
Não quer mais ser uma faxineira
Pra viver dessa bolsa brasileira

Por isso canto: Obrigado, Presidente
Por o senhor ter estendido a mão
Distribuído esmola via cartão
Retribuído com a sua reeleição

Este é o país que vai pra frente
Com essa massa ociosa e contente
Vivendo na ociosidade
Ainda diz que isso é brasilidade

Por isso canto: Obrigado, Presidente
Por o senhor ter estendido a mão
Distribuído esmola via cartão
Contrariando o nosso Rei do Baião

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Reação petista

Os apoiadores do PT ficaram muito indignados com a marcha que faz gozação com a bolsa família.

Recentemente (2010), os petistas passaram a divulgar uma outra canção, em apoio à sua candidata Dilma Rousseff.

Eis a letra e o vídeo:

Marchinha da Dilma

Depois do cara
A gente vota é na coroa
A gente quer
É gente boa

Depois do cara
A gente vota é na coroa
A gente quer
É gente boa

Deixa o Lulinha sair
Deixa a Dilminha entrar
Porque assim
O Brasil não vai parar

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Por outro lado…

Veja a verdade sobre o passado da nossa ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. Ou devo dizer… Companheira Estela?
(AmeacaVermelha)

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E mais uma ótima e divertida marchinha sobre a Dilma:

Marchinha oficial do Pacotão 2009 – Brasília

Perereca de bigode

(Autor e intérprete: Joka Pavaroti)

Estão maquiando a Dilma
Pra enganar o povão

O Lula gritou Eureca!
Quem comeu Sapo
Engole Perereca!

Eu acho que vai dar bode
Dilma não tem barba
Mais pode ter bigode!

Eureca! Eureca!

Quem comeu sapo
Engole Perereca! (BIS)

controljr: Música do Pacotão, um bloco carnavalesco anárquico criado pelos jornalistas brasilienses ainda na época do governo militar, na década de 70. Suas marchinhas sempre abordam com irreverência, bom humor e crítica, temas políticos do momento.
Andava meio sem motivação nos útimos anos, mas parece que o nosso ínclito apedeuta acordou a turma..
Autor e interpréte: Joka Pavaroti

 

 

 

Fontes: YouTube (1, 2, 3, 4, 56); Instituto Millenium; Brasil, um País de Tolos (1, 2, 3)

PNDH-3 e a Associação das Pessoas em Geral

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Leandro Narloch, autor do Guia politicamente incorreto da história do Brasil, faz um comentário sobre o Programa Nacional de “Direitos Humanos” do PT:

09/01/2010

Associação das Pessoas em Geral 

Depois de ler o novo e polêmico Programa Nacional de Direitos Humanos, resolvi voltar com a ideia da Associação das Pessoas em Geral. Essa nobre instituição defenderá aqueles que não se enquadram em nenhuma minoria ou grupo de supostas vítimas da história. Também poderá falar em nome das pessoas em geral, como em notícias assim: “As pessoas estão usando mais azul neste verão. Quem diz é o próprio presidente da Associação das Pessoas em Geral, Leandro Narloch. ‘De fato, percebemos que nossos associados, ou seja, as pessoas, estão mesmo usando muito azul neste verão’”.

Agora é sério. Dei uma lida no PNDH e vi que fico de fora até mesmo quando eles falam de “acesso universal a sistema de saúde de qualidade”:

Ações programáticas:
a) Expandir e consolidar programas de serviços básicos de saúde e de atendimento domiciliar para a popu-
lação de baixa renda, com enfoque na prevenção e diagnóstico prévio de doenças e deficiências, com apoio
diferenciado às pessoas idosas, indígenas, negros e comunidades quilombolas, pessoas com deficiência,
pessoas em situação de rua, lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, crianças e adolescentes, mu-
lheres, pescadores artesanais e população de baixa renda.

Acho que vou começar a pescar.

Fonte: http://guiapoliticamenteincorreto.wordpress.com/2010/01/09/associacao-das-pessoas-em-geral

Leandro Narloch – Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil – http://guiapoliticamenteincorreto.wordpress.com

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